domingo, 11 de junho de 2017

OnePlus 5 poderá ter 8 GB de RAM




É só no próximo dia 20 de junho que teremos a oportunidade de conhecer o novo smartphone OnePlus 5 oficialmente, mas já andam a circular os vários rumores sobre o equipamento e já está (quase) tudo divulgado. Uma das informações mais interessantes, é que o equipamento pode ter 8GB de RAM.
Já existem imagens do equipamento e conhecesse quase todas as informações sobre o equipamento, muito graças ao Evan Blass, conhecido pela sua conta do Twitter @Evleaks, que encontrou um teste de desempenho do equipamento no Geekbench.
Segundo as informações, o smartphone terá um ecrã de 8GB de RAM, um ecrã de 5,5 polegadas com resolução full HD, processador Qualcomm Snapdragon 835 e o duas câmaras traseiras, como podemos ver na imagem.
Com um design muito próximo do iPhone 7 Plus, para não referir praticamente igual, o novo smartphone da marca chinesa apresenta todos os argumentos para registar índices de vendas extraordinários.
Na parte traseira a câmara, que conta com dois sensores, estará disposta num alinhamento horizontal. Na mesma linha encontra-se o flash, redondo, muito semelhante aos que se encontram nos modelos da Apple. Esta disposição tem estado a ser seguida por outros fabricantes chineses de smartphones, que procuram sempre replicar o design dos iPhone.


terça-feira, 6 de junho de 2017

Baterias de automóveis elétricos da Renault têm segunda vida nos lares




A Renault anunciou um interessante programa de reutilização das baterias que equipam os automóveis elétricos. A ideia havia sido já implementada pela Tesla, com a marca francesa a aproveitar o conceito que faz parte já das soluções oferecidas pela Mercedes e pela Nissan.
A nova iniciativa da Renault conta com o apoio da Powervault, que numa fase inicial vão testar o sistema junto de meia centena de clientes. Se este teste tiver resultados positivos então será certo que o sistema chegue ao mercado numa escala alargada.
Os automóveis elétricos da Renault são conhecidos por no mercado estarem disponíveis com as baterias numa modalidade de aluguer, o que permite ao fabricante de automóveis uma monitorização contínua do estado da bateria e da sua conservação. Para um lar a marca francesa estima que finda a carreira da bateria poderá dar energia durante mais 10 anos a equipamentos doméstidos.
O novo projeto da Renault e da Powervault defende que a nova bateria será utilizada como um novo eletrodoméstico, estando à vista de todos.
Uma bateria de um automóvel elétrico deixa de ter interesse quando atinge a fronteira dos 70% de capacidade. Depois, há ainda um período de vida alargado e num formato mais compacto em aplicações domésticas.
O sistema que a Renault agora estuda baseia-se em lares que possuam outro sistema de geração alternativo à rede elétrica convencional. A marca francesa pretende assim captar todo o potencial de geração de sistemas eólicos ou solares.
Os primeiros testes do sistema de bateria da Renault e da Powervault terão lugar no Reino Unido, com um custo para os interessados de 3400 euros.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Uma olhada no Moto Z2 Play: quando melhorar estraga

Por  01/06/2017 às 16h11

 

Aconteceu: a Lenovo confirmou os rumores e trouxe a segunda geração do Moto Z Play ao mercado brasileiro com hardware atualizado, design mais fino e bateria de duração inferior. O smartphone modular, que também simboliza o retorno da marca Motorola, tem preço sugerido de R$ 1.999 e se mostra superior ao antecessor em quase tudo. Quase. Será que é uma boa? Eu fui dar uma olhada nele.

No Moto Z2 Play, a Motorola fez os merecidos ajustes no hardware para continuar com um aparelho competitivo, dobrando o armazenamento para 64 GB e aumentando a RAM para 4 GB — mesmos números da versão de R$ 2.199 do Zenfone 3 Zoom. A câmera traseira recebeu uma lente de abertura maior (f/1,7), mais condizente com a boa qualidade fotográfica do produto imediatamente abaixo, o Moto G5 Plus.


Mas o ponto mais controverso é a mudança no design. Não se pode negar que o Moto Z2 Play ficou bem acabado: a troca do vidro pelo alumínio foi positiva no aspecto visual, e ele não se tornou um imã de impressões digitais como o Moto Z, também de metal. A espessura é visivelmente menor (são 5,99 mm, também conhecidos como 6 mm), sem deixar de lado a entrada para fone de ouvido.

O problema é que a Motorola não apenas reduziu a capacidade da bateria em relação ao modelo anterior (de 3.510 mAh para 3.000 mAh). A empresa, na prática, acabou com a principal vantagem do Moto Z Play, que era a autonomia de um dia intenso com folga ou, para alguns usuários, até dois dias completos, graças a uma combinação de bateria grande e hardware eficiente.


É verdade que um design mais fino chama a atenção na prateleira da loja e pode impulsionar as vendas do produto — apesar do tumor na traseira estar ainda maior. Mas, pelo menos entre o público que acompanha tecnologia, diminuir a espessura em detrimento da bateria não é exatamente interessante:
Sabendo que não dá para ter os dois ao mesmo tempo, o que você prefere num smartphone: 10% design mais fino, 90% bateria maior. 1.512 votos.
Quem se interessou ou tem a primeira geração do Moto Z Play não parece muito animado com seu sucessor:
Comentários no post de lançamento do Moto Z2 Play

E esse é um dos problemas da linha da Motorola: a empresa constantemente faz mudanças que impossibilitam um usuário de permanecer com a marca. Isso também aconteceu na transição do Moto X de 2ª geração para o Moto X Style, quando a Motorola decidiu que seria uma boa ideia vender apenas flagships gigantes; e do Moto X Style para o Moto Z, que veio com uma bateria medíocre e sem entrada para fone de ouvido em favor de um design tão fino que prejudicou a ergonomia.

Vale uma rápida menção ao software, que se distanciou da proposta de “Android puro” que a empresa se orgulhava em oferecer até tempos atrás. A Motorola não abandonou suas raízes, mas agora traz as modificações cosméticas desnecessárias que os defensores da marca tanto combatiam — todos os ícones são cortados em formato circular e têm um inexplicável efeito de pizza fatiada, sem contar o estranho degradê no Moto Tela e um widget de relógio, que já vieram em outros modelos recentes.


Este texto nem de longe se atreve a dizer que o Moto Z2 Play é um smartphone ruim: ele se mostra superior ao antecessor em quase tudo, e ainda está chegando 200 reais mais barato no lançamento. Mas a novidade da Motorola é um exemplo de como a tentativa de melhorar um ponto (que os consumidores não fazem questão) pode interferir negativamente em outro (que era a maior vantagem do produto anterior).

O review completo, com informações sobre a câmera, bateria e outros detalhes do Moto Z2 Play, será publicado em breve. O que vocês querem saber sobre ele?

sábado, 27 de maio de 2017

O seu iPhone pode estar a torna-lo solitário

O aparecimento dos assistentes virtuais como a Siri ou a Alexa tiveram um impacto maioritariamente positivo na vida das pessoas. No entanto, um estudo veio agora questionar os benefícios desses gadgets nas relações inter-pessoais, principalmente dos mais tímidos.
Enquanto que os mais solitários tinham até à data mais tendência a procurar o contacto com pessoas reais, o aparecimento destes aparelhos que as imitam têm vindo gradualmente a substituir e suprimir essa necessidade.
De acordo com Jenny Olson, co-autor do estudo e professora de marketing na Universidade do Kansas, as pessoas mais tímidas tendem a ter comportamentos compensatórios como exagerar no número de amigos do Facebook ou procurar participar num elevado número de actividades sociais. São precisamente estes comportamentos que estão a desaparecer.
O estudo alerta no entanto para a necessidade de relações pessoais reais já que estes robots não podem substituir um grupo de amigos.
Fonte: RawStory

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Facebook mentiu para comprar WhatsApp e vai ser penalizado



A Comissão Europeia multou em 110 milhões de euros o Facebook por ter mentido para comprar o WhatsApp. A compra, realizada há três anos por 19 mil milhões de dólares, revestiu-se, na ótica da Comissão Europeia, de contornos sombrios no que diz respeito ao intercâmbio de dados sobre utilizadores entre as duas plataformas.
Mark Zuckerberg adiantou na altura da concretização do negócio que o Facebook não tinha meios para realizar a união dos dados dos utilizadores. Alarmada, a Comissão Europeia, desencadeou investigação que concluiu que o fundador da rede social mentiu e que havia equipas de engenharia focadas na possível implementação da fusão dos dados dos utilizadores.

Esta multa de 110 milhões de euros aplicada ao Facebook não tem qualquer impacto na aprovação da união das duas empresas. A Comissão Europeia pretende apenas destacar que teve apenas impacto no momento de autorizar que a fusão se concretizasse.
A multa não possui qualquer tipo de sanção acessória.
Em França o Facebook foi também punido com multa exemplar por causa da manutenção da privacidade dos utilizadores.