terça-feira, 3 de maio de 2016



HTC 10 exibe desenvolvimento com uma pitada de "mas"

Por Richard Adhikari 15 de abril de 2016 05:00 PT


HTC revelou esta semana o seu mais recente smartphone, o HTC 10.

A câmera do telefone é equipada com novos sensores maiores e 12 milhões de UltraPixels de nova geração. Tanto a câmera frontal e traseira opticamente estabilizado, com lentes f / 1.8 de maior abertura do mundo, disse a empresa.

A câmera traseira também tem um foco automático de laser mais rápido. A câmera UltraSelfie de frente tem uma lente grande angular e tela flash. Ambas as câmeras tiram fotos nítidas e de alta resolução, mesmo com pouca luz, de acordo com a HTC.
"É uma boa câmera? Sim. É um estilo sexy? É claro", disse Ramon Llamas, um gerente de pesquisa da IDC

HTC 10 "merece crédito por fazer a seus consumidores um dos melhores smartphones com câmera no mercado hoje, mas o mercado de massa não está correndo para as lojas atrás de smartphones com câmera snazzy, e eles permanecem diferenciais de nicho por enquanto", comentou Neil Mawston, diretor executivo de pesquisa da Strategy Analytics .
"Esperamos que o HTC 10 possa vender razoavelmente bem nos Estados Unidos e no mundo, mas não é um matador de iPhone ou um salvador HTC", disse TechNewsWorld.
http://www.technewsworld.com/adsys/count/9570/?nm=pd_t160-e-1&ENN_rnd=14622107567817&ign=0/ign.gif

Características de destaque

"A HTC 10 é o melhor smartphone que a HTC já produziu, e tem algumas características de destaque", observou Ville-Petteri Ukonaho, analista sênior da Strategy Analytics.

Entre eles estão a sua câmera, o recurso BoomSound, materiais utilizados para o corpo, e uma interface de usuário que "difere de competição e oferece mais personalização do que antes", disse ele.
"Alumínio escovado certamente é melhor do que o alumínio pintado do G5 LG", disse Ukonaho TechNewsWorld.

A câmera, com a sua configuração UltraPixel, é semelhante ao do Samsung Galaxy S7, ressaltou. "Ambos são câmeras de 12 MP com aberturas semelhantes, e sua contagem de pixels é bastante próxima." Embora a lente grande angular de câmera frontal do HTC 10 de faz  melhores selfies.
BoomSound "tem sido em torno de um tempo agora", observou Ukonaho. "Agora a configuração do alto-falante duplo retorna com o orador secundário, atuando como um subwoofer."

O Princípio do Kiss no Trabalho

Além da câmera gaveta, o HTC 10 com app simplificado capturou a atenção de Daniel Gleeson, analista sênior da IHS.
"Reduzir a desorganização do app é uma enorme vantagem, e deve tornar o dispositivo muito fácil para os novos usuários a ajustar-se", disse TechNewsWorld.

"As pessoas querem menos trabalho, menos confusão e maior clareza quanto aos aplicativos que eles devem estar usando", disse Llamas da IDC TechNewsWorld. "A HTC 10 ecoa a maior aproximação do mais simples é melhor e mais fácil."

Faltando o Fator Uau 

O HTC 10 "é um retângulo me-too Android e é improvável que vai virar a sorte da empresa", observou Mawston da Strategy Analytics. "O design do hardware é muito parecido com a maioria dos outros modelos de smartphones no mercado, enquanto suas especificações essenciais, recursos e aplicativos são pouco diferentes de muitos de seus rivais, como o Galaxy S7."
HTC terá duas versões com diferentes Qualcomm Snapdragon CPUs.

Essa estratégia é a mesma adotada pela LG e outros, disse Ukonaho. It "salva a principal fonte chipset para os mercados mais importantes."

Oferecendo duas versões HTC permite "para reutilizar ativos de marketing ... e deve ajudar a agilizar o processo de fabricação", mantendo os custos baixos, disse IHS 'Gleeson. Isso deve ajudá-la a competir contra white-box fabricantes chineses.

Ainda assim, o HTC 10 "não tem o efeito ‘uau’ que faria os clientes correrem para comprá-lo", Ukonaho observou. "Isso, e a má reputação ficou com o modelo de sobreaquecimento do ano passado, requerem esforços de marketing pesadas para HTC para ter sucesso com o 10."

HTC "está se sentindo pressionada pela Apple e Samsung ambas na parte alta e da Huawei e Lenovo no final de médio e baixo do mercado", disse Gleeson. "Sem qualquer fator de diferenciação clara, será muito difícil para o HTC 10 para o HTC recuperar a quota de mercado que tem perdido nos últimos anos."
IHS previu que os embarques da HTC vai cair quase pela metade este ano, e futuro a longo prazo da empresa "não é no mercado de smartphones", disse Gleeson. "É muito dependente do sucesso de seu produto de realidade virtual, a HTC Vive."



Incrível! Veja o smartphone flexível que dobra no punho

27 abril - Publicado pela Lu às 11:16 em Blog.

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Já imaginou sair por aí com seu smartphone dobrado no punho como se fosse uma pulseira? Pois é, essa possibilidade já está bem próxima de acontecer, olha só essa novidade!


Gente, o smartphone dobrável foi mostrado durante o Nanping International Conventional Center, um evento que acontece em Chongqing, na China. O vídeo que mostra a novidade vem com a seguinte legenda: “Um celular com tela touch flexível de grafeno que pode ser dobrado no seu punho!”

Ele opera com sistema operacional Android, mas as imagens não ficam tão bonitas como as que a gente vê nas telas Full HD, sabe? Mas já é um começo, né?

As informações sobre quem desenvolveu o produto ainda não foram confirmadas, mas existem dois nomes indicados, que são o da Moxi Technology e da Galapad, por causa dos trabalhos anteriores nessa área.

Agora, cá entre nós, saber que smartphones totalmente dobráveis e flexíveis podem chegar às prateleiras em poucos anos é uma notícia ótima, não é verdade?

E aí, o que você achou da novidade? Você usaria um smartphone no punho? Comenta aí!!

Fonte: http://blogdalu.magazineluiza.com.br/incrivel-veja-o-smartphone-flexivel-que-dobra-no-punho/32019/2016/04/#more-32019

segunda-feira, 2 de maio de 2016


Smartphone Sony Xperia Z5 32GB 4G - Câm. 23MP + Selfie 5.1 Flash Tela 5.2" Octa Core


De R$ 4.299,00 por R$ 3.799,00 em até 10x de R$ 379,90 sem juros no cartão de crédito  ou R$ 3.343,12 à vista


Para criar experiências nunca vistas, ouvidas ou sentidas a Sony apresenta o novo Xperia Z5.

Com uma estrutura de metal leve, desenho suave e simplificado e parte traseira em vidro fosco, ele é ao mesmo tempo bonito e confortável de segurar. Com uma tela de 5,2 polegadas e resolução Full HD, o Xperia Z5 é o primeiro smartphone do mundo a trazer a tecnologia Triluminos onde tudo o que você vê fica mais vívido.

O botão liga/desliga do Xperia Z5 apresenta um novo sensor de impressão digital integrado. Esse botão foi intuitivamente colocado na lateral do celular para que você possa pegar e desbloquear com segurança em um único movimento. Ele também tem design à prova d'água e classificação IP68.

Com o Xperia Z5, você captura as melhores oportunidades de foto que a vida tem a oferecer, antes que elas passem por você. O disparo rápido (autofoco híbrido), combinado com os 23 MP e um avançado zoom de imagem, o Xperia Z5 é capaz de capturar até os momentos mais passageiros com uma clareza impressionante e na primeira tentativa. Sua câmera frontal de 5MP também possui flash, o que vai tornar seus selfies ainda mais nítidos.

Conta com memória interna de 32GB e processador octa-core de 64 bits, garantindo que você guarde suas fotos, vídeos e aplicativos sem que o aparelho trave! E a inovadora bateria que dura dois dias oferece a você mais energia em uma única carga. Quando você precisar recarregar, os recursos de carregamento rápido garantirão horas de energia em apenas 10 minutos.

Câmera revolucionária e design inovador, esse é o Xperia Z5.

Dê sua opinião sobre este produto.

 

Sony Xperia Z5 Premium, o smartphone da tela 4K


por - em Android 
 
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O Xperia Z5 foi o aperfeiçoamento do carro-chefe da Sony. A maior crítica para o modelo, no entanto, foi a falta de inovações. O que a fabricante tinha na manga ficou guardado para o irmão maior da linha: o Xperia Z5 Premium, apresentado na IFA 2015 como o primeiro smartphone com tela 4K do mercado. Passei as últimas semanas usando o aparelho e essas são as minhas impressões.




 
  

Layout e Acabamento

O Xperia Z5 Premium não é uma versão aumentada do Xperia Z5. As linhas de design são parecidas, seguindo o padrão adotado pela Sony desde a primeira geração da linha Z; no entanto, o aparelho não carrega as mesmas características no acabamento.
As laterais são de alumínio, mas possuem uma textura muito parecida com plástico. Ao invés da traseira de vidro fosco, a Sony optou por utilizar o vidro espelhado que acumula facilmente marcas de dedos. Na parte frontal, estão a câmera, a marca Sony e o sensor de proximidade, além dos dois alto falantes.

Na parte superior há apenas o plug para o fone de ouvido, enquanto embaixo há a entrada micro USB. O alto falante e o microfone estão escondidos nas pequenas saídas da parte frontal.

Na parte direita está o botão liga/desliga que abriga o sensor de impressão digital; logo abaixo estão os botões de controle de volume e acesso rápido à câmera. Na parte esquerda, está a bandeja para colocar o chip nanoSIM e o cartão microSD.

O aparelho tem 7,8 mm de espessura e pesa 180 gramas. É um celular mais pesado do que eu estou acostumado e usá-lo com apenas uma mão cansa rapidamente. Além disso, ele é grandalhão, desconfortável de segurar, principalmente no início. As linhas de design quadradas e o excesso de tamanho não ajudam numa pegada ergonômica e firme.

Tela

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A tela é o ponto alto do Xperia Z5 Premium, são 5.5 polegadas e resolução 4K (2160 x 3840 pixels). Porém, na maior parte do tempo você utiliza um display em Full HD (1080 x 1920 pixels). Isso acontece porque a resolução maior só é ativada quando um conteúdo em 4K é exibido. Do contrário, o aparelho se ajusta a resolução menor para melhorar a performance, economizar energia e garantir mais autonomia de bateria.

É uma otimização inteligente da Sony, mas coloca em xeque todo o alarde e a publicidade feita em torno da característica. Não pela otimização em si, mas pela falta de conteúdo 4K, principalmente no Brasil. São poucos os serviços de streaming que oferecem mídia nesse formato, e para piorar, não temos conexão boa o suficiente para consumi-la.

Assisti a alguns vídeos em 4K no aparelho e é inegável que a experiência é incrível. Mas no geral, ainda é limitada. Faz o aparelho esquentar demais e drena a bateria rapidamente. Além disso, as diferenças entre o display do Xperia Z5 Premium e de outros modelos topo de linha, como o Galaxy S6 e o próprio Z5 não é abissal a ponto de justificar o investimento.

Para além da resolução, a tela segue o padrão de qualidade da Sony: cores equilibradas, nitidez e ótima gama de brilho. Reparei, no entanto, que deixar o brilho em níveis abaixo de 50% tornam as cores mais lavadas.

Hardware, velocidade e desempenho

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O aparelho conta com o mesmo hardware do Xperia Z5 e repete a experiência quando se trata de performance. O processador Snapdragon 810, a GPU Adreno 430 combinados com 3 GB de RAM são suficientes para garantir ótimo desempenho, mesmo em tarefas mais pesadas. Tudo no celular funciona bem, mas há um aquecimento expressivo em alguns momentos, principalmente durante o consumo de conteúdos em 4K e jogos.

São 32 GB de armazenamento interno (9 GB ocupados pelo sistema), que podem ser expandidos com cartão microSD de até 200 GB. Inclusive, é bom investir em armazenamento externo se a ideia for gravar e armazenar vídeos em 4K.

O sensor de impressão digital também marca presença, integrado ao botão liga/desliga. É possível cadastrar cinco digitais diferentes que só servirão para desbloquear o aparelho (as funções de autenticação de pagamentos virão apenas com a atualização para o Android 6.0 Marshmallow). O sensor é veloz e sensível e às vezes sensível até demais: diversas vezes não consegui desbloqueá-lo por estar com os dedos um pouco suados.

Sistema

O Xperia Z5 Premium roda o Android 5.1.1 Lollipop (com promessa de atualização para o 6.0 Marshmallow) e carrega a camada de personalização da Sony. A interface é mais limpa e organizada se compararmos com aquelas utilizadas por outras fabricantes. A barra de notificações, por exemplo, se mantém com o visual padrão do Android, assim como outros elementos básicos.
Ao contrário do que vinha sendo feito nos dispositivos da Sony, o aparelho veio cheio de aplicativos pré-instalados. O modelo que testei é vendido em parceria com a Vivo, que também incluiu alguns aplicativos desnecessários. São cerca de 40 apps que já saem da caixa. Felizmente, são fáceis de desinstalar.


Novamente, a fabricante fez um bom trabalho com o áudio. O smartphone conta com uma série de recursos para oferecer uma experiência completa para quem gosta de ouvir música. Há uma otimização automática para fones de ouvido, equalizador, ClearAudio+ e outros detalhes. O aparelho vem com um pacote interessante para os donos do Playstation 4: dá para jogar direto do celular desde que haja uma boa conexão. Infelizmente não pude testar o recurso, mas não deixa de ser interessante.

Câmera

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O Xperia Z5 Premium possui a mesma câmera de toda a linha Z5. O sensor Exmor RS tem 23 megapixels, autofoco híbrido “super rápido” e lente grande angular de 24 mm.

As fotos em boas condições de iluminação são ótimas, mas de vez em quando apresenta cores mais lavadas do que o esperado. Apesar disso, as partes mais claras não costumam estourar. Em ambientes mais escuros, o aparelho também se mostra competente, com o ruído esperado para cenas noturnas. É, sem dúvidas, uma das melhores câmeras do mercado. Porém, eu não diria que é a melhor, como a Sony defende.

O “pulo do gato” está nas opções manuais oferecidas pelo software. É possível ajustar o ISO, balanço de branco e todos os outros parâmetros. Para os entusiastas de fotografia, é um prato cheio e costuma render fotos bem melhores do que aquelas tiradas no modo automático.

Por padrão, as imagens são capturadas com resolução de 8 megapixels, mas há a opção para alterar para os 20MP nos ajustes. Repito o comentário que diz na análise do Xperia Z5: não entendi o porquê dessa sugestão de fábrica.
A gravação em 4K no aparelho é muito mais interessante do que em outros dispositivos que possuem essa capacidade, já que é possível aproveitar melhor o conteúdo. Detalhe: a bateria vai embora muito rápido durante a captura de vídeos em 4K.
A câmera frontal possui 5.1 megapixels com abertura f/2.4. A qualidade fica na média, não surpreende, nem decepciona.

Duração da Bateria

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O Xperia Z5 Premium possui bateria de 3430 mAh. A grande capacidade se traduz em ótima autonomia. Com uso moderado, ele conseguiu aguentar dois dias longe da tomada. Exigindo um pouco mais do aparelho, foi necessário recarregá-lo ao final do dia, mas ainda restava carga para algumas horas. No entanto, consumir e gravar vídeos em 4K fazem com que a bateria vá embora rapidamente.

Preço e disponibilidade

A Sony anunciou o Xperia Z5 Premium no Brasil com o preço sugerido de R$ 4.699. Ele é vendido apenas pela loja oficial da fabricante. Nas Americanas e Submarino, únicas lojas do varejo onde o aparelho está disponível, o preço é o mesmo.

Conclusão

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O Xperia Z5 Premium é um smartphone que está além do seu tempo. E é justamente por isso que ainda não vale a pena comprá-lo, principalmente se a ideia é ter um celular com tela 4K. Não temos conteúdos o bastante nesse formato e a bateria dos aparelhos ainda não estão prontas para tantos pixels.

Outros aspectos que não tornam o Z5 Premium tão atraente quanto seus irmãos menores, são design batido e o descuido com o acabamento; a traseira com vidro fosco e a lateral metálica são muito mais atraentes.

Apesar de oferecer uma boa experiência no software, consistência no desempenho e câmera de alta qualidade, compensa mais investir no Xperia Z5 ou Z5 Compact, que possuem praticamente as mesmas especificações.

Especificações Técnicas

  • Processador: Qualcomm MSM8994 Snapdragon 810 – quad-core de 1.5 GHz Cortex-A53 + quad-core de 2 GHz Cortex-A57;
  • Memória RAM: 3 GB;
  • Tela: IPS LCD de 5.5 polegadas com resolução 4K de 2160 x 3840 pixels (806 ppp) somente durante a reprodução de vídeos 2080p;
  • Câmera: 23 megapixels, f/2.0, autofoco, flash LED;
  • Câmera frontal: 5.1 megapixels, f/2.4;
  • Bateria: 3430 mAh;
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac, A-GPS, GLONASS, Bluetooth 4.1, microUSB 2.0, NFC;
  • GPU: Adreno 430;
  • Memória externa: suporte para cartão microSD de até 200 GB;
  • Memória interna: 32 GB;
  • Dimensões: 154.4 x 75.8 x 7.8 mm;
  • Peso: 180 gramas;
  • Sensores: acelerômetro, bússola, giroscópio, infravermelho, proximidade, sensor biométrico para desbloqueio por digitais;
  • Plataforma: Android 5.1.1 Lollipop (com promessa de update para Android 6.0 Marshmallow).
 Fonte: http://www.showmetech.com.br/review-sony-xperia-z5-premium/

domingo, 1 de maio de 2016

Galaxy A5 (2016): um degrau abaixo do S7


por - em Gadgets 
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A Samsung tenta cobrir um espaço específico entre os seus smartphone topo de linha e os modelos intermediários. Antes, eram as versões “mini” da linha Galaxy S que preenchiam esse espaço. Desde 2015, porém, a companhia decidiu apostar na linha Galaxy A para cumprir a função. São três celulares que compõem a marca “A”: A3, A5 e A7. Testei durante as últimas semanas o Galaxy A5, lançado no começo de 2016, e deixo abaixo as minhas impressões.

Layout e Acabamento

O Galaxy A5 (2016) ganhou muitas das características de design do Galaxy S6, apenas com um aspecto menos arredondado. A traseira de vidro e as laterais de metal dão uma pegada firme e confortável. A pequena protuberância da câmera traseira pode fazê-lo escorregar em superfícies mais lisas, vale o lembrete.
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Os botões de volume estão do lado esquerdo, separados um do outro. Já o botão liga/desliga está no lado direito, junto com a bandeja para cartão Nano SIM e microSD. Na parte superior há apenas um microfone, enquanto embaixo estão o alto-falante (numa posição onde o dedo sempre acaba o cobrindo), o plug para fone de ouvido e a entrada micro USB.
O aparelho é muito fino, com apenas 7.3 mm e pesa 155 gramas. A ideia da linha Galaxy A é oferecer aos consumidores um celular com cara de topo de linha, mas com preço ligeiramente menor. E é exatamente o que o modelo proporciona.

Tela

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O Galaxy A5 possui tela Super AMOLED de 5.2 polegadas com resolução Full HD (1080 x 1920 pixels). As características são as esperadas para um smartphone da Samsung: cores muito vibrantes, pretos profundos e um branco bem balanceado. Existem algumas configurações no celular para o ajuste entre um maior ou menor grau saturação, deixando para o usuário configurar ao seu gosto.
Destaque para a boa gama de brilho, competente em ambientes muito claros e muito escuros. Mesmo sob o sol, é possível visualizar as informações com facilidade; no escuro a luz fica baixa para não agredir os olhos.
A tela é, certamente, um dos destaques do aparelho.

Hardware, velocidade e desempenho

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O smartphone possui processador Exynos 7580 Octa-core de 1.6 GHz, acompanhados de 2GB de memória RAM e GPU Mali-T720MP2. Um conjunto competente, capaz de lidar com tarefas mais pesadas e jogos. A transição entre os apps no multitarefa se mostrou consistente, assim como a função multijanela, que exibe dois aplicativos rodando ao mesmo tempo na tela.

São 16GB de armazenamento interno, que podem ser expandidos com cartão microSD. No entanto, ainda há a limitação para a instalação dos aplicativos, já que a Samsung não permite transferi-los de um tipo de armazenamento para o outro. Na prática, só é possível aproveitar o espaço extra para fotos, vídeos e arquivos em geral, os apps sempre ocuparão a memória nativa do celular.

Ele conta também com o sensor de impressão digital, embutido no botão principal. Ao ativar o sensor, é possível desbloquear a tela e autorizar pagamentos no serviço Samsung Pay ou usar a biometria em aplicativos que ofereçam esse tipo de suporte. O sensor não se mostrou tão veloz e consistente quanto nos modelos mais sofisticados da Samsung e por muitas vezes eu precisei repetir as tentativas de desbloqueio.

Sistema

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O dispositivo roda o Android 5.1 Lollipop com a camada de personalização TouchWiz. Repito o que escrevi nas últimas análises de aparelhos da Samsung: a empresa melhorou significativamente o seu software. Não há novidades para aqueles que já usaram um smartphone ou tablet.

O menu de configurações é bem organizado, os aplicativos nativos possuem traços do Material Design, a barra de notificações traz atalhos rápidos e a câmera pode ser ativada rapidamente com dois cliques no botão principal. O número de aplicativos pré-instalados podem incomodar um pouco e há algumas repetições desnecessárias, como dois browsers (Chrome e Internet). A lista de apps possui, entre outros, o OneDrive, Skype e a suíte de produtividade da Microsoft.

Câmera

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A câmera principal do Galaxy A5 possui 13 megapixels, abertura f/1.9 e sensor óptico de estabilização de imagem. O conjunto se mostrou competente para tirar fotos em ambientes claros ou com iluminação natural. Decepciona, às vezes, por estourar partes claras de uma imagem; nesses casos nem o HDR consegue ajudar muito. A qualidade das fotos diminui consideravelmente em baixas condições de iluminação: marcam presença a granulação e as cores ficam mais lavadas.

O A5 também possui o modo “Pro”, para aqueles que gostam de brincar com os ajustes para fotografar. Infelizmente, o software não é tão completo quanto no Galaxy S6 e S7 e dá apenas as opções para controlar o ISO, a exposição e o balanço de branco.

 A câmera frontal possui 5 megapixels, também com abertura f/1.9. Novamente, em ambientes bem iluminados, dá para tirar boas selfies. O problema é que a Samsung pega muito pesado no pós-processamento, deixando as fotos artificiais.

Duração da Bateria

A bateria de 2900 mAh do Galaxy A5 se mostrou competente. O aparelho passou tranquilamente por um dia inteiro de uso, mesmo que intenso. Com o uso moderado, é possível chegar a um dia e meio longe da tomada. Ele conta ainda com a tecnologia de recarga rápida, completando a carga em cerca de 1 hora e 30 minutos.

Preço e disponibilidade

O Galaxy A5 2016 foi lançado no Brasil no dia 28 de janeiro. O dispositivo está disponível nas cores: preto, rosa e dourado. O preço sugerido é de R$ 2.199,00, mas é possível encontrá-lo mais em conta nas lojas do varejo. Ele sai por R$ 1.999,00 na Magazine Luiza.

Conclusão

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O Galaxy A5 é um aparelho equilibrado. Destacam-se o belo design, a autonomia de bateria e a qualidade do display. Por outro lado, a câmera é inconsistente, assim como o leitor de impressões digitais. No meio termo estão o desempenho e o software. O real problema do aparelho é o preço: é difícil aceitar pagar mais de 2 mil reais em um modelo que não é o flagship.

Existem outros smartphones tão bons ou melhores do Galaxy A5 por preços mais convidativos. O mercado não tem sido tão generoso com o consumidor nos últimos meses, e nesses casos é interessante olhar para os modelos topo de linha do ano passado, que ainda entregam uma experiência geral superior a modelos como este.

Especificações Técnicas

  • Processador: Exynos 7580 Octa-core 1.6 GHz Cortex-A53;
  • Memória RAM: 2 GB;
  • Tela: Super AMOLED de 5.2 polegadas com resolução de 1080 x 1920 pixels (424 ppp);
  • Câmera: 13 megapixels, f/1.9, autofoco, OIS, flash LED;
  • Câmera frontal: 5 megapixels, f/1.9;
  • Bateria: 2900 mAh;
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11 a/b/g/n, A-GPS, NFC, Rádio FM, Bluetooth 4.1, microUSB 2.0;
  • GPU: Mali-T720MP2;
  • Memória externa: suporte para cartão microSD de até 128 GB;
  • Memória interna: 16 GB;
  • Dimensões: 144.8 x 71 x 7.3 mm;
  • Peso: 155 gramas;
  • Sensores: leitor de impressão digital, acelerômetro, proximidade, compasso;
  • Plataforma: Android 5.1.1 Lollipop.
Fonte:  http://www.showmetech.com.br/review-galaxy-a5-2016/